quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

How can I say "fazer as pazes' in English?

How can I say “fazer as pazes” in English?

Fernanda, who is a very curious student, wants to know:


Fernanda :
How can I say “fazer as pazes”  in English?
Rosângela:
Make up.
Fernanda :
Thank you, Rosângela.
Rosângela:
You’re always very welcome, Fernanda.


Let’s study these examples:

They kissed and made up, as usual.
We often quarrel but we always make it up soon after.

Definition:

To forgive someone and be friendly with them again after an argument or disagreement.

Reference:

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Refletindo sobre a pronúncia

Gostaria de refletir com vocês sobre a pronúncia da palavra "necklace" . Seja curioso ou curiosa ouça através do link a pronúncia dessa palavra e depois faça uma comparação.


Essa é a transcrição fonética dessa palavrinha:    /'nek.ləs/

Certamente que sua pronúncia está corretíssima, não é mesmo? Point for you!!!

Uma boa pronúncia é muito importante pois assim evitaremos que não sejamos bem compreendidos.

A propósito, qual é mesmo o significado da palavra "necklace"?

A piece of jewellery worn around the neck, such as a chain or a string of decorative stones,  etc.
Substantivo masculino, contável: Colar

E mais uma vez você acertou, não é? Point for you!!!




Reference:

http://dictionary.cambridge.org/dictionary/british/necklace_1?q=necklace

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Tirinhas do Maurício de Sousa

Como você gosta de aprender inglês?



Aprender inglês pode ser divertido, que tal darmos uma olhadinha nas tirinhas de Maurício de Sousa?



Agora dê mais uma olhadinha na tirinha acima e responda:

Que nome é dado ao Cascão em inglês?

Se você respondeu Smudge parabéns você acertou!!! Point for you!!!

Aprender inglês pode ser muito divertido. Agora acesse o link e divirta-se com essas tirinhas!!!

domingo, 13 de novembro de 2011

How can I say "Vitral" in English?

Magali que é uma aluna muito aplicada tem uma pergunta:



Magali:
How can I say “vitrais” in English?
Rosângela:

Definition:

Stained Glass: Glass which has been coloured and cut into various shapes to form pictures or patterns, used especially in church windows.


Reference:

http://dictionary.cambridge.org/

Situation: In a restaurant

Well-done, Medium or Rare?

A Vânia, vocês se lembram dela? A que postou uma mensagem para nós, lembram-se?

Bem, a Vânia disse que quando vai a um restaurante ela prefere seu “steak”  medium. E você, como prefere seu “steak”?

Vânia and a friend of hers went to a restaurant. Let’s study their conversation.

Waiter:
How would you like your steak, madam?
Vânia :
Me? I’d like my steak medium, please.
Waiter:
And you, sir? How would you like your steak?
Ed
I’d like my steak rare, please.


Definition:

Medium:  (of meat) cooked so that it is no longer red in the middle.

Rare:  (of meat) not cooked for very long; still red.

Entenderam a diferença?

And you? How do you like your steak?


Reference:

http://dictionary.cambridge.org

"Well Done" X "Serve Somebody Right"

Hoje vamos estudar quando usar as expressões "Well done" e "It serves you right". Observe os exemplos abaixo:

"Well-done":
1. Study this example:

Waiter: "How would you like your steak?"
You    : "Well-done, please."

"Well-done" is an adjective used to describe meat that is cooked all the way through and not just outside.

2. Now study this example:
Son     : "I passed my exam."
Mother: "Well done".

"Well done" is used as a way of praising someone and saying that you are pleased about and approve of something they have done.

"Serve somebody right":
Study this example:

Little Sister: "He hit me!"
Brother     : " It serves you right. You shouldn't have been rude to him."

If you say that something bad serves someone right, you mean that they deserve it.

Study these examples carefully and in case you have any questions let me know, ok?


References:

http://dictionary.cambridge.org/
http://oxforddictionaries.com

terça-feira, 9 de agosto de 2011

4º Critério da Experiência de Aprendizagem Mediada



Reuven Feuerstein identificou dez critérios que compõem a Experiência de Aprendizagem Mediada e o 4º Critério da Experiência de Aprendizagem Mediada de Reuven Feuerstein é a Mediação da Competência. Nesse critério de mediação o mediador, ou o professor, ou a pessoa responsável e interessada pelo processo de aprendizagem da criança/do mediado deve desenvolver a autoconfiança no mediado para que ele possa se engajar em uma determinada atividade. O objetivo da mediação da competência é propiciar ao mediado a percepção que ele está sendo um sucesso e de que ele é uma estrela. (Aprendizagem Mediada Dentro e Fora de Sala de Aula, 2002).
A mediação da competência deve ser vista como um processo. O mediador deve assegurar que o mediado tenha uma atitude mental positiva, que ele seja capaz de crer em seu potencial. O mediador deve também encorajar o mediado a tentar e além de tudo desenvolver no mediado uma determinação para perseverar. (Aprendizagem Mediada Dentro e Fora de Sala de Aula, 2002).
Para que a mediação da competência possa ocorrer é necessário que o mediador selecione o estímulo de acordo com as competências já adquiridas pelo mediado; dê um feedback afetivo para as respostas do mediado; faça com que o mediado perceba as estratégias que utilizou em uma tarefa bem sucedida tornando-o consciente desse processo de aprendizagem.

References:

Inglês na sala de aula: ação e reflexão / organizadora: Sandra Possas. – 1. ed. – São Paulo: Moderna, 2010 – (Coleção Richmond reflections)

Aprendizagem mediada dentro e fora da sala de aula / Programa de Pesquisa Cognitiva, Divisão de Educação Especializada da Universidade de Witwatersand, África do Sul – 3ª edição – São Paulo: Instituto Pieron de Psicologia Aplicada, 2002.

Souza, Ana Maria Martins de. A Mediação como princípio educacional: bases teóricas das abordagens de Reuven Feuerstein/Ana Maria Martins de Souza, Lea Depresbiteris, Osny Telles Marcondes Machado. – São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.

Rosa, Maria Rita Bicudo Pereira Costa. Manual de sobrevivência para o professor particular de idiomas/Maria Rita Bicudo Pereira Costa Rosa, Sílvia Manuela Jardim Leandro Junqueira Franco. – São Paulo: Disal, 2006.

Libâneo, José Carlos. Adeus Professor, Adeus Professora? : novas exigências educacionais e profissão docente – 8 ed – São Paulo: Cortez, 2004.

sábado, 6 de agosto de 2011

3º Critério da Experiência de Aprendizagem Mediada de Reuven Feuerstein



O 3º Critério da Experiência de Aprendizagem Mediada é a mediação da transcendência. A mediação da transcendência faz parte dos três critérios mais importantes da experiência de aprendizagem mediada para Reuven Feuerstein. O primeiro, como já mencionamos anteriormente, é a mediação da intencionalidade e reciprocidade e o segundo critério mais importante é a mediação do significado.
Na mediação da transcendência o mediador cria uma ponte entre o aqui e agora com outras necessidades sempre com o objetivo de expandir e enriquecer o universo do aluno. (Aprendizagem Mediada Dentro e Fora de Sala de Aula, 2002). Dentro do contexto escolar a mediação da transcendência é notada quando vemos uma escola preocupada com a interdisciplinaridade. E, como diz José Carlos Libâneo em seu livro: "Adeus Professor, Adeus Professora?" " interdisciplinaridade é a interação entre duas ou mais disciplinas para superar a fragmentação, a compartimentalização de conhecimentos, implicando uma troca entre especialistas de vários campos de um assunto, na resolução de um problema, tendo em vista uma compreensão melhor da realidade." A mediação da transcendência possibilitará ao mediado uma reflexão sobre o momento presente relacionando-o com o futuro e o passado.

References:

Inglês na sala de aula: ação e reflexão / organizadora: Sandra Possas. – 1. ed. – São Paulo: Moderna, 2010 – (Coleção Richmond reflections)

Aprendizagem mediada dentro e fora da sala de aula / Programa de Pesquisa Cognitiva, Divisão de Educação Especializada da Universidade de Witwatersand, África do Sul – 3ª edição – São Paulo: Instituto Pieron de Psicologia Aplicada, 2002.

Souza, Ana Maria Martins de. A Mediação como princípio educacional: bases teóricas das abordagens de Reuven Feuerstein/Ana Maria Martins de Souza, Lea Depresbiteris, Osny Telles Marcondes Machado. – São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.

Rosa, Maria Rita Bicudo Pereira Costa. Manual de sobrevivência para o professor particular de idiomas/Maria Rita Bicudo Pereira Costa Rosa, Sílvia Manuela Jardim Leandro Junqueira Franco. – São Paulo: Disal, 2006.

Libâneo, José Carlos. Adeus Professor, Adeus Professora? : novas exigências educacionais e profissão docente – 8 ed – São Paulo: Cortez, 2004.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Refletindo sobre o 2º critério de experiência de aprendizagem mediada






O segundo critério da experiência de aprendizagem mediada é a mediação do significado. Para Feuerstein  a mediação da intencionalidade e reciprocidade, a mediação do significado e a mediação da transcendência, que falaremos em seguida, são os principais critérios da Experiência de Aprendizagem Mediada. Na experiência mediada de Reuven Feuerstein a mediação do significado é comparada a uma chave porque ela vai dar sentido à atividade. A mediação do significado tem como objetivo abrir e interpretar o contexto no qual o mediado está inserido (Aprendizagem Mediada Dentro e Fora de Sala de Aula, 2002). A mediação do significado ocorre tanto em nível cognitivo, quando imprimimos valores e crenças, e em nível afetivo, quando imprimimos energia e entusiasmo (Aprendizagem Mediada Dentro e Fora de Sala de Aula, 2002).
A mediação do significado vai proporcionar ao mediado: um desejo de significado em todos os aspectos de sua vida; estimulá-lo a fazer perguntas levando-o a uma abstração de seu pensamento, compreender o mundo que o cerca e a estar preparado para enfrentá-lo.
Na sala de aula, o professor, o mediador, a pessoa interessada no processo de aprendizagem do aluno pode discutir a importância de um projeto, por exemplo, a utilização de uma Webquest, e estimular o entusiasmo e energia para que o aluno se engaje nesse projeto.



References:

Inglês na sala de aula: ação e reflexão / organizadora: Sandra Possas. – 1. ed. – São Paulo: Moderna, 2010 – (Coleção Richmond reflections)

Aprendizagem mediada dentro e fora da sala de aula / Programa de Pesquisa Cognitiva, Divisão de Educação Especializada da Universidade de Witwatersand, África do Sul – 3ª edição – São Paulo: Instituto Pieron de Psicologia Aplicada, 2002.

Souza, Ana Maria Martins de. A Mediação como princípio educacional: bases teóricas das abordagens de Reuven Feuerstein/Ana Maria Martins de Souza, Lea Depresbiteris, Osny Telles Marcondes Machado. – São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.

Rosa, Maria Rita Bicudo Pereira Costa. Manual de sobrevivência para o professor particular de idiomas/Maria Rita Bicudo Pereira Costa Rosa, Sílvia Manuela Jardim Leandro Junqueira Franco. – São Paulo: Disal, 2006.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A importância da Mediação

Que tal falarmos da Teoria da Modificabilidade Cognitiva de Reuven Feuerstein. Em 2006 participei de um curso chamado PEI – Programa de Enriquecimento Instrumental no Senac e foi aí então que entrei em contato com a teoria da Moificabilidade Cognitiva.  Nesse curso sou agraciada pois acabei tendo aulas com duas das professsoras autoras também do livro  “A Mediação como Princípio Educacional – Bases Teóricas das Abordagens de Reuven Feuerstein” de Ana Maria Martins de Souza, Léa Depresbiteris e Osny Telles Marcondes Machado, da Editora Senac. Outro livro também usado para essa fundamentação é o livro, “Aprendizagem Mediada dentro e Fora da Sala de Aula”, (2002), também da Editora Senac. Vamos conhecer um pouco sobre Reuven Feuerstein e  logo em seguida falaremos da teoria, está bem?

Primeiro vamos conhecer um pouco de Reuven Feuerstein.

Feuerstein nasceu em Botosan, Romênia em 1921. Em 1952, formou-se em Psicologia Geral e Clínica. Em 1970 obteve seu doutorado em Psicologia do Desenvolvimento na Universidade de Paris – Sobornne.
Feuerstein é de família grande ao todo nove irmãos. Desde cedo é estimulado a cooperar com seus irmãos primeiramente com os irmãos da mesma idade estimulando uma mediação horizontal e também  com os irmãos mais velhos e os pais estimulando a mediação vertical. Em 1944, Feuerstein teve contato com as crianças salvas do holocausto. Feuerstein trabalha nessa época na organização israelita Youth Aliya Child que repatriou para Israel crianças de vários países com o intuito de resgatar física, moral e educacionalmente crianças e jovens que sobreviveram ao holocausto e de outras condições difíceis em seus países. Isso fez Feuerstein refletir e o estimulou a pensar sobre a questão profética de Ezeklian, “De algum modo, esses ossos viverão”. (Souza, 2004)
Feuerstein acredita que todos indivíduos podem se desenvolver se lhes forem dadas a oportunidade de se engajarem num modelo correto de interação. (Aprendizagem Mediada Dentro e Fora de Sala de Aula, 2002).
Feuerstein identifica dez critérios ou tipos de interação que considera serem a base para que haja mediação.
1º Critério de Aprendizagem Mediada de Reuven Feuerstein: A Mediação da Intencionalidade e Reciprocidade.
Feuerstein acredita que qualquer pessoa interessada no desenvolvimento do mediado pode ser um mediador, pais, professores, terapeutas, pessoas que cuidam dessa pessoa, assim arregace as mangas. E vamos ao trabalho.









A Mediação da Intencionalidade e Reciprocidade consiste em colocar propositadamente uma lente de aumento sobre um determinado estímulo. Ou seja, na mediação da intencionalidade e reciprocidade o professor deve trazer elementos que causem um impacto ao mediado. Quanto mais estímulos o mediado receber mais ele terá elementos que irá propiciar que o mediado dê uma resposta (a reciprocidade). O mediado ficará assim mais atento, e a esse estado Feuerstein dá o nome de “estado de vigilância”. E esse estado proporcionará ao mediado se tornar um aprendiz autônomo. Em nossas aulas podemos levar elementos para uma extensa contextualização que vai colaborar para que o aluno dê uma resposta. Podemos iniciar essa contextualização partindo do conhecimento prévio do aluno, da realidade dele, e quando trabalhamos com grupos maiores essa eliciação será ainda mais enriquecedora. Aqui podemos fazer uma ligação com a própria vida de Reuven Feuerstein cuja família estimulava a mediação entre os irmãos da mesma faixa de idade. Não é interessante perceber como Reuven Feuersein além de todo o conhecimento e graduações traz consigo toda essa experiência de seu próprio ambiente familiar?
Para que o mediador tenha sucesso quando irá iniciar um assunto, tópico novo, sugiro que o mediador conheça bem o mediado. Quanto mais soubermos do mediado mais teremos elementos para fazermos a mediação. Para isso sugiro a leitura do livro Manual de Sobrevivência Para o Professor Particular (de Idiomas) onde as autoras Maria Rita Bicudo Pereira Costa Rosa e Sílvia Manuela Jardim Leandro Junqueira Franco, (2006, Editora Disal) dão um modelo com questões para que possamos conhecer melhor a pessoa que será mediada (pág. 76).
Recomenda-se também que o mediador sempre faça atividades de aquecimento. Essas atividades são muito propícias. Elas ajudam o mediado a se descontrair, a se preparar para a atividade, elas também vão ajudar para que o mediado esqueça um pouco o mundo lá fora. E quem é que não gosta de uma atividade lúdica para descontrair, não é mesmo? E essa atividade pode ser uma música, ou um jogo com uma pequena bola, onde o mediador fala uma palavra e o mediado tem que falar uma outra palavra que comece com a última letra da palavra dita pelo mediador, simples assim, não é mesmo? Essas atividades estimulam um vínculo afetivo entre mediador e mediado, imprimindo valor a atividade. É nesse momento que iremos sentir como está o nosso aluno nesse dia. Assim poderemos adaptar nossas atividades para aquela ou essa situação.
Gisele Marçon Bastos Périgo e Jacira Gutierrez Motta em seu texto: “Leitura em Língua Estrangeira: Percorrendo um Caminho” publicado pela Richmond “Inglês na sala de aula: ação e reflexão” valorizam a importância desse critério de mediação. Elas estimulam os alunos a refletir sobre sua aprendizagem, desenvolvem a autonomia nos alunos, elas fazem com que os alunos aprendam a aprender.

References:

Inglês na sala de aula: ação e reflexão / organizadora: Sandra Possas. – 1. ed. – São Paulo: Moderna, 2010 – (Coleção Richmond reflections)

Aprendizagem mediada dentro e fora da sala de aula / Programa de Pesquisa Cognitiva, Divisão de Educação Especializada da Universidade de Witwatersand, África do Sul – 3ª edição – São Paulo: Instituto Pieron de Psicologia Aplicada, 2002.

Souza, Ana Maria Martins de. A Mediação como princípio educacional: bases teóricas das abordagens de Reuven Feuerstein/Ana Maria Martins de Souza, Lea Depresbiteris, Osny Telles Marcondes Machado. – São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.

Rosa, Maria Rita Bicudo Pereira Costa. Manual de sobrevivência para o professor particular de idiomas/Maria Rita Bicudo Pereira Costa Rosa, Sílvia Manuela Jardim Leandro Junqueira Franco. – São Paulo: Disal, 2006.

domingo, 31 de julho de 2011

Dicas para Professores de Inglês

Jack C. Richards says that teachers should always reflect upon their performance and to help us he gave us some hints. Take a look and enjoy his suggestions.
1) Find out how you teach;
2) Expand your knowledge;
3) Improve your own English;
4) Expand your teaching skills;
5) Monitor your own Professional Development;
6) Research your own teaching;
7) Develop your own Philosophy;
8) Collaborate with other teachers;
9) Become a mentor-teacher,
10) Join a network of Tesol professionals.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Welcome to my Blog!

Hello, everyone!

The aim of this blog is to provide some ideas in order students can discover their own strategies to learn English and as well as for teachers to reflect upon their performance.